O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE, registrou 0,51% em dezembro, acima de novembro (0,25%), e encerrou 2025 com alta acumulada de 5,63%, superando o resultado de 2024 (3,98%). O dado reforça que o setor voltou a sentir pressão de custos no fim do ano, exigindo mais planejamento de compras, contratos e logística de equipamentos para manter margens e prazos.

O caderno técnico do IBGE detalha que o custo nacional por metro quadrado passou de R$1.882,06 em novembro para R$1.891,63 em dezembro, sendo R$1.078,39 referentes a materiais e R$813,24 à mão de obra. Em termos práticos, o aumento mensal parece pequeno, mas a trajetória acumulada impacta o orçamento de estruturas, fôrmas, escoramentos, proteções coletivas e serviços correlatos, especialmente em obras com múltiplos ciclos de concretagem e cronogramas apertados.

Para gestores e engenheiros, alguns cuidados ajudam a amortecer os efeitos do índice:

  • Planejamento técnico antecipado de fôrmas e escoramentos, evitando retrabalhos e trocas de solução durante a obra.

  • Compatibilização entre projetos de estruturas, fôrmas e escoramentos para reduzir perdas e ociosidade de equipamentos.

  • Gestão de locação com controle fino de peças (entrada, saída e devolução), evitando excesso no canteiro e falta em frentes críticas.

  • Logística faseada por ciclos de concretagem, de modo a alinhar disponibilidade de kits ao cronograma.

Na Nova Art, tratamos escoramentos e proteções coletivas como um sistema integrado: projeto sob medida, logística calibrada por frente de serviço e assistência técnica em campo. Em cenários de custo pressionado, essa combinação reduz desperdícios, melhora produtividade e protege o orçamento sem abrir mão da segurança e da conformidade normativa.

 

Fontes: IBGE 

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